A.F.; 42a, auditor.

"A psicoterapia é como uma rua mal iluminada que percorremos para tomarmos consciência de fragmentos (temores, desejos, curiosidades, etc) que se formam em nosso inconsciente. Neste caminho, o psicoterapeuta não nos induz, nem nos guia, apenas nos orienta para que não nos percamos em um caleidoscópio aparentemente desconexo de informações, ajudando a integrar os fragmentos em um todo inteligível. Essa conscientização nos ajuda a entender as razões que nos levam a tomar decisões, possibilitando a harmonização da vida que levamos com os valores que realmente cultivamos. Pode ser difícil trilhar esse caminho, pois as (re) descobertas mais importantes são, muitas vezes, as menos tranquilas. Por isso a disposição e o engajamento em trilhá-lo, livrando-se de ideias preconcebidas, são condições necessárias para uma psicoterapia produtiva e enriquecedora."  A.F.; 42a, auditor.